The Daily What: McBacklash of the Day

McBacklash of the Day

McBacklash of the Day: McDonald’s this week become the latest fast-food giant to learn an important lesson about trying to force a Twitter hashtag meme based on a marketing campaign.

That lesson? Don’t.

You’d think Wendy’s failed attempt to make #HeresTheBeef happen would have prevented McDonald’s from making the same mistake with #McDStories, but you’d think wrong.

After Mickey D’s official Twitter feed tweeted an self-congratulatory quote attributed to a “McD potato supplier” (since deleted) along with the hashtag #McDStories, it didn’t take long for Twitter users to turn the trend-forcing on its face and offer up their own, less flattering “McD Stories.”

#McDStories quickly became a gushing stream of badvertising. Until this morning, that is — when it turned into a gushing stream of news stories about how badly McDonald’s failed.

[dailydot / @natebramble.]

Viral: Delta Airllines

Para fazer o lançamento de um app de rastreamento de bagagens, a Delta colocou uma câmera numa mala e mostrou todo o seu percurso desde o check-in até a recuperação da bagagem.

Com certeza você ainda lembra o viral "United breaks guitars":

Iab Brasil: E a lan house foi pro bolso...

De acordo com pesquisa do Ibope Mídia apresentada ao mercado no final de novembro, 26,3% da população brasileira acessa a web por meio de tablets ou smartphones. Isso mesmo: um quarto dos internautas brasileiros já se utilizam da "web mobile". Acredita? Acha muito? Então vamos analisar outras informaçōes.

Dados da Teleco, que mensalmente publica informaçōes sobre o mercado de telefonia celular, apontam o constante  crescimento da dupla smartphone + 3G. Cerca de 80% dos usuários de smartphones com linha 3G já possuem o hábito de acessar a internet pelo celular; não só para consultar email (88%), mas navegando em sites móveis e aplicativos (67%) e inclusive comprando (6%).

Outras pesquisas apontam que a: venda de aparelhos celulares no Brasil jásupera a venda de PCs e que nos dias das crianças, o item smartphone foi considerado o presente mais desejado pelos pré-adolescentes. Ainda mais: de acordo com a pesquisa Mobilize, realizada pelo instituto Ipsos Marplan no começo deste ano, 44% dos usuários que não possuem smartphones (aproximadamente 50% na classe A, 65% na B, e 80% na C), pretendem trocar de aparelho em até seis meses.

Est popularização da "web mobile" ou "internet móvel" se deve a diversos fatores. Além do crescimento da base instalada de smartphones citada acima, temos também a rápida adoção dos tablets e a crescente disponibilidade de acesso wifi, tanto em ambientes corporativos, como em espaços públicos, que permite uma experiência de uso "mobile" da internet, por mais que a conexão com a web em sí seja um acesso "fixo".

Provavelmente o fator mais importante tenha sido o barateamento dos planos de dados da operadoras de telefonia celular. Movimento que foi iniciado por uma das operadoras já no final de 2010, mas que tomou corpo a partir de fevereiro de 2011, quando as demais operadoras também aderiram a esta tendência e passaram a oferecer o acesso a internet móvel por preço fixo por dia, independente do volume de dados consumidos. Em geral, hoje temos a oferta "navegue ilimitado por R$ 0,50/dia".

Este cenário criou um movimento muito maior do que foi o movimento das lan houses no Brasil. Pense nisso: o acesso a internet numa lan house custa de R$ 0,50 a R$ 1,50 por hora. Já o acesso a web mobile custa em média R$0,50 por dia, ou seja, 24 vezes menos.

Alguns podem questionar a velocidada da conexão. É verdade que a velocidade e a estabilidade da conexão ainda representam um desafio, mas com certezaa conexão mobile não deixa nada a desejar se comparada com as condições da maioria das lan houses e telecentros pelo Brasil.

Assim temos: o smartphone se popularizando, o acesso a dados mais barato, o desejo da população de fazer parte desta revolução, o hábito do brasileiro que possui a maior média mundial de consumo de tempo na web, além dos aspectos intrínsecos da telefonia móvel que são a disponibilidade e a comodidade do acesso: pode-se "entrar na web" a qualquer hora em qualquer lugar, gastando menos do que se gastava antes e tudo isso, literalmente, ao alcance dos dedos.

Os anunciantes que querem chegar ao bolso do consumidor já podem começar por lá mesmo. Basta seguir um passo a passo simples para que suas marcas sejam encontradas por este internauta mobile: façam seu mobile site ou web app, promovam seu mobile site na plataforma mobile, promovam seu mobile site nas mídias que já possui, entenda que as pessoas estão em movimento e com o celular na mão e trate este "momento de mídia" adequadamente, oferecendo algo relevante para aquele momento e específico e por último entendam o mobile como complementar ao que a sua marca faz hoje.

Quem assistiu ao final do campeonato brasileiro pôde perceber que o comsumidor já complementa seu consumo de um meio com o outro e que o caminho TV - intermet - mobile e vice versa é percorrido com muita desenvoltura por boa parte dos brasileiros.

Eduardo Fleury é sócio-diretor da RedeMobi e membro do comitê de Mobile do IAB Brasil.

The New York Times: The Next Boom in Mobile Devices Is the Car

SAN DIEGO — Cars, one of the great mobile devices to begin with, are about to get connected to the Internet like never before. It will change not just how we drive, but the economics of the car business.

“Five percent of cars are connected today,” said Glenn Lurie, president of AT&T’s Emerging Devices business. He was speaking of new vehicles, not all cars on the road. “Three to five years from now, 100 percent will be connected. You’ll see diagnostics, calls when the airbag goes off, real-time traffic reports, entertainment in the back seat.”

Mr. Lurie was at CTIA, a wireless industry gathering in San Diego. On Tuesday, General Motors’s Cadillac unit showed off a luxury car platform, called Cue, which will appear in three car models in 2012. In addition to the safety monitoring features, the version shown in the Cadillac XTS featured an 8-inch touch screen that displayed maps, climate controls, weather and text messaging, among other things. It was possible to plug a smartphone in the car in order to have the messages read aloud.

Ford has shown a similar entertainment system, as well as monitoring and information systems for its electric cars, so drivers can find the nearest charging station. AT&T works with Ford, as well as BMW and Nissan, and talks with lots of other manufacturers.

What he sees as much as anything is an explosion of business models that will go with the connected cars. Should the devices cost more up front, or be discounted in exchange for service plans, the way cellphones are? How about engine diagnostics that tell you when to bring the car in, and can even schedule a visit during a down time for the service center, fetching a better price? Should phones and cars work together, through AT&T, to make real-time maps of traffic conditions?

“We have 100 million probes out there” in the form of consumers using mobile phones on the network, Mr. Lurie said. “There will be all kinds of models – put it in the price, give it away for the first year, sell it by the month.” The effect on the car business, he said, will be “a watershed.”

Cars are not the only vehicles getting connected. AT&T’s business solutions group has worked with manufacturers of tractors to enable wireless monitoring of engine data, and with crane makers, to measure use and inform people when goods are loaded. Sometimes the company makes money by shipping the data, sometimes it works as a consultant, figuring out what part of the business should get networked.

Many of these projects have been multimillion-dollar ventures, years in the planning. Mr. Lurie thinks that the next step may be more grassroots, as smaller companies figure out how to repurpose existing devices, like the iPod, to work in new environments.

“What will be more innovative than people realize is the accessories business,” he said. “What kind of cradle does the device fit into in the home, or the office or the car?” The tablet may spend part of its day as a picture frame on an office desk, he said, and later be hooked into the screens of an online multiplayer game. “Apple and Samsung will do things,” he said, “but so will innovative third parties.”

EXAME.com: Google+ abre inscrições para empresas

Google Plus

São Paulo - O Google pediu calma às empresas quanto ao Google+. A companhia divulgou um vídeo em que o engenheiro de produto Christian Oestlien informa aos interessados em investir na ferramenta que ainda este ano ela terá um espaço reservado a eles.

Em breve, a rede social abrirá espaço para testes com perfis institucionais - mas a empresa avisa que apenas um pequeno grupo será escolhido. As inscrições já estão abertas por meio de um formulário.

A intenção é criar uma identidade só para unir as informações que as marcas já possuem com a gigante de buscas, como dados do AdWords, por exemplo.

Por enquanto, segundo Oestlien, a empresa está focada na experiência do usuário, fato confirmado pela abertura do Google+.

Desde a noite de quarta-feira, 6, internautas relatam a possibilidade de conhecer o serviço sem convite, só é necessário acessar o endereço e se cadastrar.

Assista ao vídeo

BBC Brasil: Classe C já está no Facebook, dizem analistas de mercado

A classe C já começa a fazer parte dos usuários brasileiros do Facebook, de acordo com analistas do mercado de mídias sociais. Atualmente, o site de rede social americano tem cerca de 21 milhões de usuários brasileiros, número que cresceu 133% nos últimos seis meses.

"O Facebook já foi uma rede social de classe A, mas hoje está acessível a todas as classes. As pessoas estão entrando porque seus amigos estão indo para lá", disse Rosário de Pompéia, diretora executiva da consultoria de estratégia em mídias sociais le Fil, à BBC Brasil.

Segundo os especialistas, o site, que ainda é associado a usuários de maior poder aquisitivo, ganhou mais força entre as classes mais baixas a partir do lançamento de sua versão em português, em 2008. A novidade trouxe, além de mais usuários, mais oportunidades de negócios para a empresa de Mark Zuckerberg, que abriu seu primeiro escritório no Brasil no último mês de março.

"Quando a versão em português entrou, muito mais gente aderiu (ao Facebook). Algumas empresas que pretendem se dirigir à classe C já estão indo direto para o Facebook e para o Twitter, sem passar pelo Orkut", afirmou Gustavo Pereira, gerente de operações da Bites, consultoria especializada em redes sociais.

Desde a chegada do Facebook no Brasil, o Orkut, que é a rede social online mais usada do país e é tida como um dos principais instrumentos de inclusão digital dos brasileiros, é considerado reduto das classes C e D, informação negada pela empresa.

"Na verdade o Orkut no Brasil é atualmente a rede social com maior diversidade entre classes sociais. Podemos comparar a audiência do Orkut, em território nacional, com a novela do horário nobre, já que atinge todas as classes sociais do país", disse Valdir Leme, gerente de marketing do Orkut, à BBC Brasil

'Orkutização'

Segundo a pesquisadora de mídias sociais e autora do livro Redes Sociais na Internet Raquel Recuero, a simplicidade da interface do Orkut facilitou a adesão rápida dos brasileiros de diversas classes sociais. No entanto, ela pode ter contribuído para uma segmentação de classes após a chegada Facebook no Brasil.

"O Facebook parece estar atraindo primeiro mais pessoas das classes mais altas, especialmente porque sua interface não é muito simples. Eu já observei vários comentários preconceituosos com relação a entrada de classes mais baixas no Orkut em minhas entrevistas", diz.

"O termo 'orkutização', por exemplo, passou a ter uma conotação negativa para muitos usuários, associado a adoção do sistema por pessoas de classes C e D, por exemplo."

Nos últimos meses, usuários brasileiros do Facebook se manifestaram contra o que chamam de 'orkutização' do site. O termo associa entrada de mais usuários brasileiros de classes populares a práticas que consideram ruins, como erros de digitação e envio de spam.

Mas a presença de diferentes classes sociais no Orkut, que tem 57% dos seus usuários no Brasil, é um dos principais motivos pelos quais ele ainda é considerado relevante no mercado, segundo Gustavo Pereira.

"O Orkut foi a porta de entrada de praticamente todos os brasileiros nas redes sociais. As empresas ainda o procuram porque podem conseguir informações valiosas sobre os consumidores", diz.

Silvio Meira, cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar), acredita que as manifestações de elitismo não têm influência direta na migração de usuários de um serviço para o outro.

"O preconceito existe, mas é bobo, em minha opinião. As pessoas não estão deixando de usar o Orkut por isso, e, sim, porque apareceram outros sites que oferecem mais possibilidades de conexões, como o Facebook", diz.

Convivência

A ascensão do Facebook e o lançamento, na última semana, de uma nova rede social do Google, o Google+, aumentaram as especulações sobre um declínio e eventual fim do Orkut, que vem sofrendo constantes quedas no número de acessos e tem baixos índices de crescimento mensais.

No entanto, os especialistas apostam que o Orkut manterá sua presença no Brasil, mesmo após uma eventual perda a hegemonia para o Facebook.

"Hoje em dia as pessoas mantém vários grupos sociais separados em sites diferentes. Enquanto o Orkut é um site de conhecidos, o Facebook é interessante por causa dos aplicativos e o Twitter é o 'jornal particular' com comentários. A tendência é dividir a atenção das pessoas, mas isso não deve acarretar imediatamente no abandono total de um por conta do outro", avalia Raquel Recuero.

Criado em 2004 como um projeto paralelo do funcionário do Google Orkut Büyükkökten, o site tem cerca de 85 milhões de usuários em todo o mundo. A maior parte deles se concentra atualmente no Brasil e na Índia.

Após o lançamento do Google+, na última semana, o Google garantiu que não acabará com o Orkut e deu indicações de que pode estar planejando uma união gradual dos dois sites.

"Nosso objetivo é estender os novos recursos do Google+ para os usuários do Orkut conforme eles se tornam disponíveis", disse Valdir Leme.

Mashable: Google to Businesses: Don't Create Google+ Profiles Yet

Google has revealed that it is working on a Google+ experience for businesses and is asking brands not to create Google+ profiles just yet.

In a post and accompanying YouTube video on Google+, Product Manager Christian Oestlien says that the Google+ team is working on creating a unique experience for businesses that includes deep analytics and the ability to connect to products like AdWords. “How users communicate with each other is different from how they communicate with brands,” Oestlien argues.

As a result, Google is asking businesses to put their Google+ ambitions on hold.

“The business experience we are creating should far exceed the consumer profile in terms of its usefulness to businesses,” Oestlien says in his post. “We just ask for your patience while we build it. In the meantime, we are discouraging businesses from using regular profiles to connect with Google+ users. Our policy team will actively work with profile owners to shut down non-user profiles.”

Several prominent brands have already joined Google+, including Ford, Breaking News and yes, Mashable, which is now one of the top ten most popular users on Google+.

While the new Google+ experience for businesses won’t be ready until “later this year,” the company intends to launch a “small experiment with a few marketing partners” to test the brand-oriented accounts over the next few months. It even has opened up a Google Spreadsheet where “non-user entities” can apply for the program. It’s unclear when Google will shut down non-user profiles or how the process will work.

We’re not surprised that Google is building an optimized Google+ experience for businesses, but we are surprised that Google wasn’t more prepared for the wave of brands that have been joining its social network. The same thing happened with Google Buzz and has happened on Facebook, Twitter, Foursquare and countless other social networks. Brands like to go where their customers are.

 

About

Simone Villas Boas é pós-graduada em marketing digital e trabalha no site jornal O Globo. É evangelista de padrões Web, apaixonada por experiência do usuário.

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